E às tantas, ao olharmos para fora, vemos coisas cá dentro a retorcer-se, a aspirar o sopro tão esperado de rememoração com que esboça um sorriso-emoção, repegam-se as pequenas pás-desejos com que se procura revolver a eternidade numa imagética de vigas-passagens dos edifícios sinfónicos, que são as várias recordações metafísicas em aliança afinada e peculiarmente aliança.
As palavras são disso o melhor exemplo: escrevem a garra que procura não deixar o andamento-eu expirar em sequência, o mestre-de-obras que grita intransigente na presença do fim do turno, enquanto os trabalhadores viram costas intangíveis.
E é isto. O caminho retrilhou-se sob um pé de obsessão mais firme. Em tudo, a mesma intemporalidade, a mesma propensão à chama, e, tendo a vida por desilusão impotente, a mesma susceptibilidade maciça nos reflexos de privação.